POLÍTICA
23/01/2026 às 20:28 por Redação


Sanderson adere à marcha silenciosa até Brasília e critica prisões políticas, STF e cenário eleitoral de 2026

Sanderson adere à marcha silenciosa até Brasília e critica prisões políticas, STF e cenário eleitoral de 2026
Foto: Caroline Pakulski/ Grupo Sepé

O deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS) confirmou sua adesão à marcha silenciosa organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que parte de Minas Gerais com destino a Brasília. Em entrevista à Rádio Sepé Tiaraju AM 540, Sanderson afirmou que o ato tem caráter pacífico e simbólico, com o objetivo de denunciar o que classifica como perseguições políticas, abusos de autoridade e seletividade do sistema de Justiça brasileiro.

Segundo o parlamentar, a caminhada ocorre sem carros de som, financiamento público ou privado, como forma de reforçar a mensagem de protesto ordeiro. “É um manifesto silencioso para chamar a atenção do Brasil e do mundo para o que está acontecendo no país”, disse. Sanderson destacou que a mobilização já repercute internacionalmente e deve se encerrar no domingo, 25, com uma manifestação em Brasília.

Durante a entrevista, o deputado criticou duramente decisões judiciais recentes e citou o que considera incoerência entre a soltura de condenados por corrupção e a prisão de pessoas acusadas de atos antidemocráticos. Ex-integrante da Polícia Federal e com passagem pela Operação Lava Jato, Sanderson afirmou que “não há hoje nenhum corrupto preso”, enquanto, segundo ele, cidadãos estariam sendo punidos por motivações políticas.

O parlamentar também abordou a segurança da marcha, especialmente no trecho dentro do Distrito Federal. De acordo com ele, a Polícia Militar do DF foi acionada para garantir o ordenamento do trânsito e evitar possíveis infiltrações ou atos de vandalismo. Sanderson ressaltou que o trajeto não passará em frente ao STF nem ao complexo penitenciário da Papuda, justamente para evitar tensões.

No campo eleitoral, Sanderson comentou o cenário de 2026 e afirmou que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência ganhou força, apontando crescimento nas pesquisas e competitividade em um eventual segundo turno. Para ele, a direita precisará estar unida na etapa final do pleito para enfrentar o atual governo.

Redação do Grupo Sepé


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