
O Dia das Mães de 2026 deve manter a tradição de ser uma das principais datas para o varejo brasileiro, com alta intenção de compras e forte apelo emocional, impulsionando tanto lojas físicas quanto o comércio eletrônico.
Levantamentos recentes, com base em pesquisas realizadas em 2025 — utilizadas como referência para o comportamento projetado em 2026 — indicam que cerca de 70% a 80% dos consumidores brasileiros pretendem comprar presentes para a data.
Esse volume representa mais de 120 milhões de pessoas indo às compras, consolidando o Dia das Mães como a segunda data mais importante do calendário comercial, atrás apenas do Natal.
A movimentação financeira também deve ser significativa. Em 2025, o varejo registrou expectativa de faturamento próximo de R$ 37,7 bilhões, com tendência de estabilidade ou leve crescimento para 2026, mesmo em um cenário de consumidores mais cautelosos com os gastos.
O tíquete médio das compras deve permanecer na faixa de R$ 250 a R$ 300, com a maioria dos consumidores planejando gastar entre R$ 100 e R$ 500.
Apesar disso, há sinais de maior controle financeiro: pesquisas apontam redução no valor médio de alguns presentes, indicando que o consumidor segue comprando, mas busca alternativas mais acessíveis.
Historicamente, o índice de aumento no volume de compras na data que antecede o Dia das Mães só é inferior ao do Natal.
Entre os itens mais procurados, seguem liderando roupas, calçados e acessórios, além de perfumes, cosméticos e produtos de beleza. Flores, chocolates e itens para casa também aparecem com destaque, especialmente como complementos de presente.
Para 2026, a tendência é de continuidade também, do alto volume de consumidores, buscando por custo-benefício e maior uso de canais digitais. Estratégias como promoções, frete grátis, kits de produtos e personalização devem ganhar força para atrair clientes e elevar o valor das compras.
Assim, mesmo diante de um consumidor mais cauteloso, o Dia das Mães segue como uma data estratégica para o varejo, combinando apelo emocional e potencial de consumo em todas as classes sociais.
Redação do Grupo Sepé