
No primeiro encontro dos novos aliados PDT e PT não se falou em dinheiro, mas seguindo a tendência adotada em eleições anteriores, o fundo eleitoral não entra nas negociações. Uma diretriz do PT adotada de 2018 para cá estabelece que quando o partido integra uma aliança, o dinheiro do fundo eleitoral não é repartido.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, diz desde o ano passado que a campanha de Juliana Brizola é a prioridade nacional do partido. E, como as candidatas mulheres têm direito a mais recursos, em tese o PDT não precisa do dinheiro do PT.
Sem candidato a governador, os recursos do fundo eleitoral que cabem ao Rio Grande do Sul serão investidos nas campanhas de Paulo Pimenta ao Senado e dos candidatos a deputado estadual e federal. Mesmo sem o 13 na campanha de governador, a meta do PT é manter as maiores bancadas na Câmara e na Assembleia.
O grande ativo do PT na aliança é, além da estrutura maior, o tempo de rádio e TV. Sem considerar o que é dividido igualmente entre todos os candidatos, o tempo de Juliana subirá de 20 segundos para 2min30seg em cada programa, já contando a contribuição dos outros partidos que estavam com Edegar Pretto até a intervenção da direção nacional.
Fonte: GZH