POLÍTICA
10/06/2026 às 19:20 por Ana Carolina Zago


Juliana Brizola afirma ter propostas para finanças do RS a "curto, médio e longo prazo"

Juliana Brizola afirma ter propostas para finanças do RS a
Foto: Dani Barcellos/Especial/JC

Pré-candidata ao Piratini, Juliana Brizola afirmou nesta quarta-feira (10), em debate na Federasul, que tem propostas para as contas públicas gaúchas a “curto, médio e longo prazo”. Ela explicou quais são elas, e envolvem a prorrogação por dois anos do Funrigs, articulação política para aprovação no Congresso de um fundo constitucional para o Sul e de promover o desenvolvimento do Estado a partir da atração de investimentos.  

O Funrigs é o fundo criado para reconstrução do Rio Grande do Sul após as cheias de 2024, e que tem previsão de deixar de receber recursos na metade do ano que vem, pois ele é financiado por parcelas da dívida do Estado com a União que deveriam ir ao ente federal, mas estão ficando no RS desde a suspensão por três anos dos pagamentos do passivo. Tratando deste fundo, Juliana afirmou já ter conversado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a prorrogação por dois anos do Funrigs, e que o chefe do executivo federal “é sensível a esta questão”. Esta é a proposta da pedetista de curto prazo. 

A proposição de médio prazo também envolve articulação política em Brasília, a partir da aprovação no Congresso de um fundo constitucional para desenvolver a Região Sul, semelhante a outros fundos já existentes em outras localidades do Brasil, como o Nordeste. “Já está sendo articulado, mas juntos à bancada gaúcha, nós vamos ter esta vitória, assim como teve o Nordeste. Agora é o Rio Grande do Sul que precisa, e eu tenho certeza absolutaque qualquer que seja o presidente que lá esteja vai entender que o Rio Grande do Sul precisa”, disse Juliana. 

Já a proposta a longo prazo é “desenvolver um Estado favorável ao investimento” privado. A pedetista citou como exemplo da CMPC, que tem um projeto de investir R$ 27 bilhões no Rio Grande do Sul, a partir da instalação de uma fábrica de celulose em Barra do Ribeiro. 

Fonte: Jornal do Comércio 


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