POLÍCIA
07/08/2026 às 19:28 por Patrick Siede


MPRS pede prisão preventiva de quatro investigados por roubo em Guarani das Missões que terminou com morte de empresário

MPRS pede prisão preventiva de quatro investigados por roubo em Guarani das Missões que terminou com morte de empresário
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) manifestou-se favoravelmente à conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas dos quatro investigados pelo crime ocorrido na madrugada de sexta-feira, 7 de agosto, em Guarani das Missões, na Região Noroeste do Estado, que resultou na morte do empresário Cleiton de Oliveira Santos, 44 anos, mantido refém durante a fuga do grupo criminoso. Os pareceres foram apresentados ainda na sexta-feira pelo promotor de Justiça Guilherme Modesti Donin.

O MPRS acompanha o caso desde as primeiras horas e atuou com prioridade máxima após a lavratura do auto de prisão em flagrante. O promotor Guilherme Donin também participou nesta sexta-feira da audiência de custódia de um dos presos. As audiências dos outros três investigados serão realizadas posteriormente, pois eles permanecem hospitalizados. O caso tramita sob segredo de Justiça.

O CRIME

Conforme a investigação, o grupo invadiu a residência da família, rendeu os moradores e manteve Cleiton de Oliveira Santos como refém. Em seguida, os criminosos saíram da casa e foram até a ótica da família utilizando o veículo da vítima. Ao perceberem a mobilização policial, fugiram em direção a Cerro Largo. Durante o trajeto pela BR-392, o veículo se envolveu em um acidente seguido de incêndio, causando a morte da vítima e de um dos suspeitos. Outros três investigados foram presos após o fato, e um quarto foi detido em município vizinho.

ATUAÇÃO DO MPRS

Em manifestação encaminhada ao Judiciário, o promotor posicionou-se pela homologação das prisões e pela conversão das prisões em flagrante em preventivas dos quatro investigados, diante da gravidade dos fatos, do risco à ordem pública e da necessidade de assegurar o andamento das investigações.

Guilherme Donin ainda destaca que “o MPRS seguirá acompanhando as diligências necessárias para o esclarecimento da dinâmica criminosa, a identificação de eventuais outros envolvidos e a responsabilização penal dos autores”.

Fonte: Ministério Público 

 


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