
O inverno está batendo na porta e começa no dia 21 de junho, mas o frio já é sentido em diversas regiões. Nesse período, aumentam os casos de gripes e alergias, o uso de roupas mais pesadas e também a vontade de comer mais. Mas será que é verdade que o frio realmente aumenta a fome?
O organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal em dias gelados, o que pode gerar a sensação de mais fome. Além disso, o corpo precisa manter uma temperatura entre 36°C e 37°C. Esse processo está relacionado à termorregulação do organismo, explicada em materiais de educação em saúde do Hospital Israelita Albert Einstein.
O que ajuda nessa ânsia por comer é a baixa exposição à luz solar, que pode influenciar o humor e o comportamento. Estudos na área de psiquiatria e psicologia, especialmente sobre o Transtorno Afetivo Sazonal (TAS), mostram que a redução da luz solar pode afetar o estado emocional e hábitos alimentares.
Estudos de comportamento alimentar indicam que, no inverno, é comum que haja maior consumo de alimentos mais calóricos, como doces e massas.
Alguns alimentos mais consumidos no inverno:
Sopas;
Massas;
Pães;
Risotos;
Queijos;
Chocolates;
Chocolate quente;
Café;
Chás.
O cuidado deve ser redobrado nesta época, para evitar o sedentarismo, o consumo excessivo de açúcar e a baixa ingestão de água. Estudos de fisiologia e saúde indicam que a sensação de sede pode diminuir em ambientes frios, o que reduz a ingestão de líquidos.
A hidratação é importante, pois contribui para a energia, regulação da temperatura do corpo, digestão e saciedade, mas a água não substitui a alimentação. É importante manter uma alimentação equilibrada e ingestão adequada de líquidos.
Fonte: Ana Carolina Zago/Redação do Grupo Sepé